BRASIL DIGITAL

Fontes consultadas na pesquisa dos eleitos de 2026.

Páginas da internet que abrimos e comparamos para montar os dados, separadas em fontes oficiais e imprensa. Os links levam a sites de terceiros, que podem mudar ou sair do ar.

Fontes oficiais

Instituições do Estado: Justiça Eleitoral, Câmara, Senado e legislativos estaduais. Valem mais que a imprensa; em caso de diferença, vale o oficial.

Justiça Eleitoral (TSE e TREs)

IBGE (zonas de votação)

Câmara dos Deputados

Senado Federal

Assembleias Legislativas e Câmara Legislativa do DF

Sites institucionais dos 27 legislativos estaduais e distrital. São a fonte oficial para conferir os deputados estaduais e distritais, a pauta e os contatos de gabinete depois da posse, em 1º de fevereiro de 2027. Os votos da lista de deputados estaduais do nosso site vêm da imprensa e do TSE; estes sites servem de conferência.

Imprensa e outras fontes

Jornais, sites de notícia, Wikipédia e agregadores de dados usados para cruzar nomes, partidos e votos. Cada dado foi conferido em mais de uma fonte sempre que possível.

Presidente e 2º turno

Governadores

Senadores

Deputados federais

Deputados federais – Hub Político, por estado

Páginas de apuração de cada estado, usadas para os nomes, partidos e votos.

Deputados estaduais e distritais

Prefeituras (casos conferidos na imprensa)

Esquerda, centro e direita (classificação dos partidos)

Senadores das vagas eleitas em 2022 (Senado a partir de 2027)

Posse e mandatos

Limites da pesquisa

Senadores: os 54 eleitos em 2026 vêm do TSE. As 27 vagas eleitas em 2022 mostram o ocupante previsto para 1º de fevereiro de 2027, segundo o Congresso em Foco e o Senado Federal, e podem mudar com licenças, retornos de titulares e trocas de partido. Em Amazonas, Minas Gerais e Paraná, o titular foi eleito governador e a vaga passa ao suplente. As redes desses senadores são as declaradas ao TSE na campanha de 2022. Em Minas Gerais não aparecem, porque o único link declarado ao TSE pertence a outro candidato.

Esquerda, centro e direita: não existe classificação oficial, e as fontes divergem. Usamos a posição em que a maioria de três fontes concorda; sem maioria, o partido fica no Centro (Cidadania, Mobiliza, Rede e Solidariedade). A classificação é do partido, não da pessoa eleita, e pode mudar se as fontes mudarem. A tabela completa está em Municípios, no gráfico de esquerda, centro e direita.

Partidos: a aba Partidos conta as cadeiras de cada partido no Brasil inteiro (27 governadores, 81 senadores, 513 deputados federais, 1.059 deputados estaduais e distritais, 5.556 prefeitos e 58.174 vereadores). As porcentagens são cálculo do BRASIL DIGITAL com os mesmos dados das outras páginas, e valem as mesmas ressalvas sobre trocas de partido depois da eleição. O PMB passou a se chamar Democrata e os dois nomes contam como um só. Quem está sem partido entra no total de cadeiras, mas não aparece como partido. O gráfico de esquerda, centro e direita da aba Partidos usa a mesma classificação de Municípios (veja a nota abaixo).

Som da votação: o sinal de confirmação, parecido com o da urna eletrônica brasileira, foi fornecido pelo responsável pelo site. A urna do site é inspirada na urna eletrônica, mas não é a urna oficial e não vale como voto eleitoral.

Prefeituras: o arquivo do TSE mostra o resultado da eleição e só em parte acompanha mortes, renúncias e cassações depois dela. Anotamos nas cidades os casos que conferimos na imprensa até 28/10/2026: as 13 cidades em que o TSE não registra prefeito eleito, as eleições suplementares marcadas ou sub judice, três mortes de eleitos antes da posse e alguns afastamentos revertidos pelo TSE. A lista não é completa e pode haver mortes, renúncias e cassações que não aparecem; nas cidades de Goiás, Maranhão e Sergipe sem prefeito no TSE não encontramos o motivo. Confirme sempre na prefeitura ou no TSE.

Zonas de votação: seguem as mesorregiões do IBGE (136 nos 26 estados com prefeituras; o Distrito Federal tem uma e não entra na votação municipal, porque não tem prefeituras). Os nomes de 13 cidades divergem entre o TSE e o IBGE (por exemplo, Camacã e Camacan) e foram ligados um a um; entre elas, Boa Saúde (RN) é o município que o IBGE chama de Januário Cicco. Boa Esperança do Norte (MT), criado depois da divisão em mesorregiões, aparece sem mesorregião no IBGE e foi colocado no Norte Mato-grossense, onde ficam todos os outros municípios da sua região imediata (Sorriso). Fernando de Noronha, que não tem prefeitura nem eleição municipal nos dados, não entra.

Os votos de deputados federais vêm principalmente de uma fonte (Hub Político), conferida com o ranking nacional e com os totais por partido. Algumas páginas não puderam ser abertas e não foram usadas. Pequenas diferenças entre fontes podem existir; em caso de dúvida, vale o TSE.